sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Lúcio Mauro Filho desmente morte do pai ao vivo na TV

Por falta de preparo e de informações, repórter entra numa saia justa e mata ator.

O ator Lúcio Mauro Filho, o Tuco de "A Grande Família", passou por um momento constrangedor na quinta-feira (10) em entrevista ao vivo no canal Globo News.
Ele estava no programa para falar sobre a expectativa para a área cultural no governo Dilma.

A repórter que o entrevistava, Sonia Racy, no entanto, se confundiu e disse que o pai do ator, Lúcio Mauro, "não está mais entre nós".

"Bom, graças a Deus o papai está entre nós ainda", respondeu Lúcio Mauro Filho com bom humor.

Em seguida, a repórter se desculpou e disse que o texto lido por ela dava a entender que o pai do ator havia morrido.

Lúcio Mauro, o pai, também é ator e suas mais recentes aparições na TV foram nas novelas "A Favorita", como pai de Dodi, personagem de Murilo Benício, e em "Caminho das Índias", como um diretor de Bollywood. Ele tem 83 anos.
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Isso acontece quando um profissional vai fazer um trabalho e não procura verificar as informações que está recebendo antes de colocar no ar.

Após 30 anos no poder, ditador Hosni Mubarak renuncia no Egito

Após 18 dias de intensos e violentos protestos que tomaram diversas cidades do Egito, o ditador Hosni Mubarak, 82, renunciou ao poder depois de comandar uma ditadura com mão de ferro durante 30 anos. O anúncio foi feito pelo vice-presidente egípcio, Omar Suleiman, na TV estatal. Em poucos minutos, centenas de milhares estavam em festa e aos gritos na praça Tahrir, epicentro das manifestações de oposição.

Presidente Hosni Mubarak decidiu renunciar como presidente do Egito", disse Suleiman, em um breve anúncio, acrescentando que o poder foi entregue às Forças Armadas.

Segundo Suleiman, a decisão foi tomada diante das "difíceis circunstâncias pelas quais o país passa".

A saída de Mubarak solidifica a crise no mundo árabe, sendo a segunda ditadura a ruir na região em menos de um mês. Ainda no dia 14 de janeiro a Revolução do Jasmim levou o ditador da Tunísia, Zine el Abidine Ben Ali, a abandonar o país, em meio ao movimento que se alastrou para outros países, causando protestos na Mauritânia, Argélia, Jordânia e Iêmen.

Após o anúncio, uma explosão de alegria tomou as ruas do Cairo. Centenas de milhares de egípcios agitaram bandeiras, choraram e se abraçaram em celebração. "O povo derrubou o regime", cantavam em coro.

A renúncia ocorre menos de 24 horas depois de fortes rumores de sua saída imediata do poder. Na noite de quinta-feira, Mubarak discursou à nação e disse que passava parte de seu poder a Suleiman, mas permaneceria até setembro --quando estão previstas eleições presidenciais. O discurso de "fico" causou fúria nos manifestantes que marcharam em direção ao Palácio Presidencial aos gritos para que deixasse o poder.

O ditador Mubarak ascendeu na Força Áérea --principalmente pelo seu desempenho na guerra de Yom Kippur com Israel-- e tornou-se vice-presidente em 1975. Ele assumiu a Presidência quando islamitas mataram a tiros seu antecessor, Anwar Sadat, em um desfile militar em 1981.

Mubarak se beneficiou de artigos da Constituição egípcia que ditam mandatos presidenciais de seis anos com um número de reeleições indefinidas. Além disso, alterações à lei fizeram com que a vitória de candidatos de outro partido que não o seu fosse praticamente impossível.

Sob denúncias de corrupção e em meio a diversas acusações de abusos de autoridade e prisões tornadas possíveis devido ao estado de emergência, em vigor há 30 anos no país, a imagem de Mubarak deteriorou-se ao longo dos anos.

Aliado de Washington na região, o ditador usufruía de boas relações com o Ocidente embora fosse fato conhecido de que seu governo era uma ditadura de mão de ferro.

Mubarak também era bem visto por ter mantido um acordo de paz com Israel, assinado em 1979, país com o qual o Egito travou três guerras.

Nas eleições legislativas de novembro passado, o partido de Mubarak ganhou cerca de 90% dos assentos no Parlamento, que viu a principal oposição islâmica perder todos os seus 88 lugares, garantindo ao partido de Mubarak as decisões do Parlamento e apertando o punho Mubarak no poder.

Mubarak diz que fica no poder até setembro

Hosni Mubarak, há 30 anos no poder, não renunciou e disse que apenas passa parte dos seus poderes ao vice
No esperado pronunciamento desta quinta-feira, o ditador egípcio, Hosni Mubarak, rejeitou a influência de outros países em acontecimentos políticos em seu país, e prometeu fazer uma transição democrática até setembro deste ano. 

Parte de seus poderes foram passados para o vice-presidente Omar Suleiman, mas Mubarak permanece no cargo até as novas eleições.

Mubarak dirigiu-se ao povo egípcio, mas destacou os jovens, que deram início aos protestos no dia 25 de janeiro e compõem a maior parte dos manifestantes.
"Estou falando a vocês, como um símbolo da nova geração do Egito, eu lhes posso contar, antes de qualquer coisa, que o sangue de seus mártires não foi derramado em vão e que vou condenar todos aqueles que cometeram crimes contra vocês", afirmou.
Comentando sobre os quase 300 mortos, de acordo com a ONU (Organização das Nações Unidas), o ditador disse: "posso dizer também a todos os familiares dessas pessoas que tudo o que aconteceu me causou dor".


terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Onde estão a ética e o respeito?

Não gosto muito de falar de política (politicagem) neste espaço. Procuro colocar a matéria tal qual a recebi e muitas vezes evito emitir comentários sobre as mesmas.


Mas, amo minha profissão e fico decepcionada com algumas pessoas que tem um diploma debaixo do braço e não utilizam de forma correta.

Meu querido pai me ensinou a respeitar as pessoas independente do que fossem. No nosso pequeno comércio eu ainda pequena, mas lembro bem como ele falava.

“minha filha ta vendo aquela senhora idosa, aquela pessoa pobre ou de melhor situação financeira?, pois é todos devem ser tratados por senhor ou senhora e nunca por você. Demonstre sempre respeito por todos.”

E dizia mais, ta vendo aquele menino de rua “pivete”, se pedir um pão, dê, pois já vi muita gente perder a vida por não dar um pão”. Esses eram os conselhos que meu pai me dava e que procuro segui-los.

Pois bem, falando em respeito, fico realmente decepcionada quando ouço alguns companheiros de “profissão”, que não procuram seguir a ética profissional ensinada em sala de aula.

Outro dia aconteceu a posse dos deputados e lá estava a imprensa. Na hora de um deputado idoso tomar posse, o profissional disse “agora vem a múmia”. Uma total falta de respeito pelo idoso e pela autoridade que ora tomava posse.

Agora vem o melhor. Um dos assessores estava ouvindo e gravou a frase e imediatamente mostrou ao deputado. Procurando saber quem era o “profissional” e qual o meio de comunicação que estava transmitindo a posse, o deputado estranhou de quem se tratava, pois disse estar decepcionado com o dono do citado veiculo de comunicação por quem tinha grande consideração.

O deputado disse que entraria em contato com o mesmo para tomar as devidas providências.

Estou aguardando para saber o resultado.

Especialização em História Cultural no Campus III da Universidade Estadual abre inscrições

A Coordenação da Especialização em História Cultural do Departamento de Geografia e História, do Centro de Humanidades da Universidade Estadual da Paraíba, em Guarabira, lançou o Edital 2011 para o Curso de Especialização em História Cultural. Para os interessados, as inscrições já começaram e seguem até o dia 24 de fevereiro, via online, através do endereço http://especializacao.uepb.edu.br/index.php/inscricoes.

O curso oferece 35 vagas, tem carga horária de 360 horas/aula e ocorrerá às quintas e sextas, das 8 às 13h, no Campus III da UEPB, Centro de Humanidades, Coordenação de História, Rodovia PB 075, nº 2001, Bairro de Areia Branca, em Guarabira. A prova escrita, de caráter eliminatório, acontece no dia 03 de março de 2011, das 13 às 18h. A seleção abrangerá ainda análise da proposta de pesquisa, entrevista e análise do currículo.

O objetivo geral dessa Especialização, que seleciona sua segunda turma, é qualificar e capacitar professores e outros profissionais no exercício historiográfico. Alguns objetivos específicos são capacitar professores de História e áreas afins, Artes, Língua Portuguesa e Geografia com atuação no ensino fundamental, médio e superior, possibilitar a consolidação de trabalhos monográficos em torno das temáticas apropriadas pelo campo da história cultural e atualizar os graduados em história e áreas afins quanto ao debate teórico-metodológico do campo da história cultural.

Para mais informações, veja o edital. no site da UEPB